Mostrar mensagens com a etiqueta A.I.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta A.I.. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de março de 2010

87.ª «Oš-Šōgoš hiṣṭóricoš da-l-mă(=e)dīnä l-gă(=ue)dīmä, intīgä, de-’Ṭrábološ», in-O-Nōvo Desjþerṭār, n.º 12609, 24.03.2010/1431, p. 12

·······················

·········`·········

·······················

~

" al-mâṣdar : http://www.alfajraljadeed.com/ebook/12609.pdf , consultāḋo ẽm-24.03[Março/ar-Rabīħ].2010 / 10.04[Rabīħ al-thānī].1431 . Mensāgem modificāḋä ẽm-25.03[Março/ar-Rabīħ].2010 / 10.04[Rabīħ al-thānī].1431 .

quarta-feira, 24 de março de 2010

86.ª Ĕṭrábološ d’oŭtŏrōrä, intīgä: ŏ-al-Maħrḍe Internacĭōnāl de-’Ṭrábološ, in-O-Nōvo Desjþerṭār, n.º 12609, 24.03.2010/1431, p. 12

·······················

·········`·········

·······················


معرض طرابلس الدّوليّ

ŏ-al-Maħrḍe Internacĭōnāl de-’Ṭrábološ

Feira Internacional de Trípolis

~

" al-mâṣdar : http://www.alfajraljadeed.com/ebook/12609.pdf , consultāḋo ẽm-24.03[Março/ar-Rabīħ].2010 / 10.04[Rabīħ al-thānī].1431 . Mensāgem modificāḋä ẽm-25.03[Março/ar-Rabīħ].2010 / 10.04[Rabīħ al-thānī].1431 .

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

49.ª Ŏ-Almalūfo, na Líbiyā: a al•ḥalgä II, ẽm-ħarábigo, šegūndo a-Azóĭä Þăguīna (Pequena), ẽm-Ĕṭrábolosš (s/ r•rĕviszãŏ)

š ­ ›

أيّها الرّكب إداما جئتموا تلك الخياما

بلّغوا أحباب فلبي دائما منّي السّلامـا

õ

يا خيرَ هاذي هب لي رشادي

اِرحم خضوعِ يومَ التّنــادي

õ

وانشدوا في ذلك الْحَي عن فؤادي المستهام

وذَكِرانِ لي طيب ليش لا تلومني لكان دم

õ

النّوبة:

1) بسهم الجفون ترميني ليش يا بديعَ الخِلْقَ

2) بدوك العيون تسبحي زادوا على قُليبي عِرْقَ

3) ليش يا محمّد يا سيدي تسقيني كؤؤسا الحِرقَ

4) لأنّي من غَرامَك مُسْبِي مَلَكْني يا عظيم يا حلوى

5) سبحانك من نشاك يا بدري يا طالعة قديم مُسنِي

6) قمر في تمامُ بالحسن مكلَّل لقد خصَّهُ الله

7) مَلَكْني غرامَ ويَغْنَيْتْ فيها و... دليل الله

8) يَعْجبني نظامُ مهما نذكره وحْد الله غرامك سكن بين...

ارحمنا يا الله وارحم شبابي شبابُ يُفْنى تحت التّراب

"

al-mâṣdar : A Azóia Pequena (ouvisto em 08/02/2010)

domingo, 17 de janeiro de 2010

29.ª AC•TUAÇÃO DO AL-KAMANJIŠTA Y-ALA-ĦUDIŠTA MAR•ROQUĪNO, ĔBRAHĪM DHŪR, NUM CONCERTO DE NADĪNE ROSEL•LO, 23/01, NO INST.º FRÃNJO-BORTUGUÊS, EM LX.ª

š ­ ›

NO INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS

23 de JANEIRO àS 21h00


UM CONCERTO A NÃO PERDER!

ENTRADA LIVRE


Das polifonias corsas ao canto italiano, passando pelo grego, o francês, o catalão ou o occitano não deixando de visitar autores portugueses, Nadine Rossello, filha de mãe corsa e pai italiano, cantora e instrumentista (guitarra, piano e acordeão), envolve-nos na sua voz quente, poderosa, emotiva e leva-nos, à deriva, numa viagem musical pelo Mediterrâneo, na companhia também dos seus cúmplices: Didier Dulieux (acordeão), Brahim Dhour (violino e alaúde) e Laurent Paris (percussões)


Música, prazer, humor, poesia, emoção e cumplicidade.

Deixe-se levar!


RESERVE JÁ O SEU LUGAR.


Saiba mais em www.myspace.com/nadinerossello Com sete discos gravados, muitos concertos e participações em discos de terceiros, Nadine Rossello começou pelas polifonias corsas antes de alargar o seu repertório ao universo mediterrânico. Há dez anos atrás, abalou o mundo, algo fechado, das polifonias corsas, ao fundar o grupo misto Rifa i passi, composto por dez elementos, da região de Toulouse. No repertório, as polifonias corsas, num misto de cantos tradicionais e contemporâneos, profanos e religiosos. Nadine Rossello, assumia a direcção e os arranjos dos dois discos que gravaram. Nadine Rossello organizou vários estágios de polifonias corsas e foi também alargando o seu repertório, dando a conhecer ou redescobrir outras sonoridades do quente Mediterrâneo.

NADINE ROSSELLO

Fez primeiras partes do grupo Imuvrini, mas também de Jackie Micaelli ou dos nossos bem conhecidos, Cesária Évora e Lluis LLach.


DIDIER DULIEUX

Didier Dulieux já pisou o palco do IFP quando acompanhou Jean-Pierre Tailhade no seu recital “Lá-bas”. Em 1986 anhou o Primeiro Prémio e a Medalha de Ouro no concurso nacional de acordeão de Paris. Depois de ter terminado os seus estudos em Geologia, diplomou-se, em 1994, em Musicologia na Université du Mirail, em Toulouse. É nos bailes populares da região que Dulieux, em 1992, se apresenta nos palcos de Toulouse. Entre 1994 e 1997, acompanha musicalmente o grupo de fotógrafos Lucette Omnibus, no âmbito de vários festivais de rua. Actualmente faz parte também de vários grupos e projectos: o trio Tibal Bazar, com um papel na renovação das músicas de baile; o duo de acordeão e voz com Hervé Suhubiette e outros na área do jazz e do blues.



BRAHIM DHOUR

Para além de tocar violino e alaúde, Dhour é também compositor. Nasceu em Casablanca em 1972. A música faz parte da sua vida desde tenra idade. Apresenta-se em palco cm apenas treze anos, ainda autodidacta. Aos 16 anos entra para o conservatório e instala-se em Toulouse em 1998. É ali que começa a frequentar o mundo do jazz e dos músicos latino-americanos, graças ao seu irmão percussionisa, Abel Dhour. Marcado também pelo espírito musical do violinista indiano Subramaniam e o alaúdista marroquino Saïd Chraïbi, descobre a música irlandesa, a indiana, a manouche… Enfim as músicas do mundo que vai desvendando nos seus encontros musicais. Participa em vários projectos musicais. É um dos criadores do grupo Amazir, com o qual participa em vários festivais pelo mundo. Fez também uma digressão com o grupo La Changa. Encontrou-se com os gregos Mode Plagal. Tocou com Cheb Khaled no Zénith, em Toulouse. Compõe para teatro, para vários discos de muitos outros companheiros, assinando também arranjos.




LAURENT PARIS

Percussionista e escultor, mistura técnicas e fontes sonoras para desenvolver o seu próprio universo estético e musical. Há mais de vinte anos que participa, em França e no resto do mundo, em diferentes encontros, criações, performances, gravações e exposições com artistas de Jazz, Música Improvisada, Pop, Circo, Dança, performances plásticas, Músicas tradicionais, vídeo, etc., com, entre outros, Guillaume de Chassy, Daniel Yvinek, Steve kindwald, Les Elégantes Machines, Elsa Wolliastone, Miles Copeland, Cirque Archaos, Guillaume Bautista, Debashish Brahmachari, Denis Badault, Johann Bourquenez ou Marc Demereau.

É co-fundador do grupo ENOZ.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

9.ª IMPRENSA LÍBIA (06-12-2009/1430)

·
الخطاط الشهيبي لـ.. أويا


حوار : محمد قنادة البشتي الأحد, 06 ديسمبر - الكانون 2009 21:24




القيام بخط مصحف الجماهيرية "النسخة الثانية" .. أمنية عمري


الاهتمام بالمواهب من الخطاطين مطلوب..


ولابد للجهات ذات العلاقة ألاّ تغفل هذا الجانب


الخطوط الحديثة..جامدة ويابسة..،لاحياة فيها!!




- صبر ومثابرة..


يقول الخطاط الشهيبى..على الخطاط أن يكون صبوراً مثابراً بمثلث أضلاع لاغنى لأي منها عن الآخر متمثلة في الوقت-الجهد -المال..فالوقت يحتاجه الخطاط للتدريب والمران وهو المعروف "بالمشق" والجهد الضروري لذلك خاصة عند الانغماس في عمل يحتاج الدقة الأمر الذي لايشعر بمدى الجهد المبذول إلا عند الانتهاء من العمل والشعور عندها بآثاره الجسدية من اجهاد للعينين وآلام بالعمود الفقري.. والمال الذي يشكل الأساس فبه يتم توفير المستلزمات للكتابة من حبر وورق وانتقال للمشاركات بالندوات والمسابقات الدولية المقامة للخط العربي..ولهذه الأشياء الثلاثة أهمية كبرى في مسيرة أي خطاط بالسلب والإيجاب.


- أمنية..


يطمح الخطاط سعد لإعداد مجموعة خطية لجميع الخطوط العربية..ليفيد بها كل الهواة والراغبين في تعلم هذا الفن الرفيع..مع أمنية كبيرة يرجو الله أن تتحقق له بخطّه لمصحف الجماهيرية في نسخته الثانية بعد مرور ما يزيد عن الربع قون من خط نسخته الأولى التي كانت بقلم الخطاط الراحل أبو بكر المغربي..وهذه الأمنية يعتبرها أمنية العمر..


- تطوّر سلبي!!


تعليقاً عن الخطوط الحديثة الجاهزة والتي أصبحت منتشرة بكافة الجهات..يقول الشهيبى..
أنها خطوط جامدة ويابسة ولاحياة فيها..وأنها أثرت تأثيراً كبيراً على مسيرة الكثيرين من هواة الخط لعدم وجود المتلقي لهذه الخطوط بوجود البدائل المخزنة والجاهزة..والتي يمكن لأي كان الاستعانة بها وتأدية المطلوب من خلالها.. مما يعني أن هذا التطور كان سلبياً وقاتلاً لهذا الفن العظيم.


- علم وفن..


الخط العربي فن وعلم معاً..فن يسمو بالإنسان ويصل به إلى درجة عالية من الإتقان والإبهار بإرسال وانحناء وإطالة وتقصير ودوران والتفاف وتنكيب وتنصيب وإدغام وفتح،إلخ!!! للحرف العربي..
وهو علم لأنه خاضع إلى قواعد وأسس وأبعاد متفق عليها ولايجوز مخالفتها إلا بما تمليه الضرورة وفي أضيق نطاق..


- دور فاعل..


الاهتمام بالمواهب من الخطاطين مطلوب ولابد للجهات ذات العلاقة ألا تغفل هذا الجانب حتى لايضمحل هذا الفن الإسلامي وحتى لا يأتي يوم"لاسمح الله"لن نجد فيه خطاطاً واحداً وأرى أن العمل على إنشاء معاهد لتدريس الخط العربي سيكون له الأثر الكبير في حفاظنا على هذا الإرث..



مع الاستمرار في إقامة المنافسات والمسابقات الخطية لاكتشاف البارزين في هذا المجال وتشجيعهم ورصد الجوائز القيمة لتكون حافزاً على الاستمرار وأتمنى التواصل بإقامة المعارض لعرض اللوحات الخطية ولا أرى أن هناك ما يمنع من أن تكون هذه المعارض دائمة ومفتوحة للمشاركين والزوار لتنشيط مناخ الحركة الفنية في بلادنا ولزيادة الانتشار..للوحة الخط..اليدوي..وعودة سيطرتها على ما نشاهده من لوحات خطية متماثلة بطباعتها وألوانها لاتشعرك بالقيمة والقوة التي تشعرك بها لوحة "النسخة الواحدة"!!


- تمنياتي لصحيفة أويا بمزيد الرفعة والتقدم وشكراً لكل من ساهم ويساهم في العمل على حفظ "فن الخط العربي في بلادنا من الاندثار".




سعد مفتاح صالح الشهيبى ..


من مواليد عام 1978م بالجبل الأخضر بمنطقة الهيشة..عشق فن الخط العربي منذ نعومة أظافره ويذكر جيداً أنه مع بداية الدراسة الابتدائية أحس بهذا الميل لهذا الفن الرفيع..رغم غياب الاهتمام،إلا أن تشجيع بعض المدرسين وإعجاب الأقران والأهل دفع به إلى المثابرة والاستمرار في النهل من معين هذا الفن الذي لاينضب..وتمكن مع مرور الأيام واكتساب الخبرة من الحصول على مجموعة من كتب التعليم للخط العربي..عرف من خلالها قواعد الحروف وطريقة صناعة "القصبة" وهي تسمية لقلم الكتابة..وتفنن في تشكيلها بما يناسب ويطاوع أسلوبه الخاص به في الإمساك بها..


·
http://www.oealibya.com/oea-sections/culture-arts/11208-2009-12-06-19-29-03

8.ª الصّحاڢة البرتڧاليّة، الـ06-07/12/2009

·
·
·

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

5.ª «RESPUESTA A LOS QUE PROPONEN ELIMINAR ALMINARES O MINARETES DE MEZQUITAS», ARXITECTA FATIMA-ZAHRA AITOUTOUHEN TEMSAMANI SCRIΨIT

*

Apreciar en su justo valor, el arte no está al alcance de todos. Sólo, los privilegiados lo sienten y una de esos privilegiados fue la irrepetible cantante egipcia Oum Kaltum, a la que fascinaban los alminares de las mezquitas marroquíes, turcas, sirias, etc. ¡Y qué decir de la Giralda¡ y un sinfín de minaretes que adornan el espacio de todo el mundo.

Pero, descerebrados como son algunos politiquillos de fortuna que ahora lideran la gran barbarie de prohibir alminares ¿saben acaso quién fue Oum Kaltum?

Cegados por el chocolate, los relojes y el dinero ajeno, unos inútiles para otra cosa de provecho, caprichosos políticos salidos de las cavernas helvéticas, intentan doparnos con la estrafalaria idea de ¡cuidado con los minaretes¡ para desviarnos de lo que es verdaderamente importante en estos tiempos de crisis moral y económica que no consiguen dominar y, de paso, intentar hacer pasar por la guillotina a una arquitectura religiosa de incalculable valor, sabiendo como saben que una mezquita sin alminar es como un almuédano mudo, que es, al fin y al cabo, lo que persiguen con todo el rencor de que son capaces.

En Sevilla nos está pasando algo parecido. Estamos luchando desde hace 24 años por una mezquita digna y hasta ahora, tendremos que seguir cumpliendo nuestras obligaciones religiosas en garajes y pseudo-mezquitas de fortuna, esperando que un día la mentalidad de algunos cambie y con ella la suerte de miles de musulmanes que se sienten discriminados en su derecho a la libertad religiosa.

Estoy segura de que los cristianos que viven en países árabes y musulmanes no sufren la misma discriminación. A poca distancia, en Marruecos, las campanas nunca dejaron de tocar, anunciando misas y festividades cristianas que están integradas como parte de una cultura ejemplar con la que convivimos sin sentirnos ni ultrajados ni temerosos de que el cristianismo nos aniquile, como algunos piensan del Islam.

Estoy segura de que hay muchos como el profesor y arquitecto sevillano Rafael Manzano que, cuando habla y dibuja mezquitas y alminares se le ilumina el rostro por la admiración y el orgullo que le provoca la arquitectura exacta y bella de los alminares.

Qué serían de los cuadros de Mariano Bertuchi sin sus esbeltos alminares de la medina que lo enamoró.

Se imaginan a Sevilla sin alminar la giralda, a Marrakech sin alminar kutubía, a Rabat sin alminar hassan, Istanbul sin sus múltiples alminares en mezquitas, Cairo, Alepo, Damasco,.....

Tampoco me imagino a Iglesias y catedrales sin campanarios.

Reciba un cordial saludo,

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

3.ª FIXṬÄ DO ĦĪD AL-'ÂḌḤĀ DO ANNO 1430/2009

*
Por ocasião da fixta do Ħīd al-‘Âḍḥā,