quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
91.ª Santiago Macias «O Islão em Portugal» scriψit, no-Avenida de Salúquia, 34, de-29.11.2010/1431
terça-feira, 9 de março de 2010
64.ª «Leixões acompanha crescimento portuário no Magrebe», in Carga & Transportes, Público, 08.03.2010/1431
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segunda-feira, 8 de Março de 2010
Um profundo conhecimento da realidade portuária e económica dos países do Magrebe resultou da primeira conferência sob o título “O porto de Leixões e o mercado global” para os 150 participantes. A abertura da conferência foi presidida à última da hora pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça – o inicialmente previsto secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, estava em Moçambique a acompanhar o Primeiro-Ministro, José Sócrates, nessa quinta-feira.
O conjunto dos países africanos formados por Marrocos, Mauritânia, Argélia, Líbia e Tunísia foi apresentado, pelo olhar português do administrador executivo da AICEP Global, Eurico Dias. O retrato histórico-económico mostra a aproximação progressiva do Magrebe à Europa, com maior e mais livre comércio, incluindo com Portugal. Para acompanhar o grande crescimento do comércio mundial, a Maersk Line tem mesmo o projecto TangerMed, com o objectivo de posicionar Marrocos no centro do Mediterrâneo e do comércio mundial, apresentado na conferência por João Silva. O projecto da Maersk prevê uma área logística de 5.000 hectares, a criação de 300.000 novos empregos para adicionar uma capacidade de cinco milhões de TEUS em 2012 tornando Tânger, com uma capacidade superior a oito milhões de TEUS, o maior porto de Africa, do Mediterrâneo e um dos cinco maiores do mundo.
Os oradores representantes dos portos de Marrocos, da Mauritânia e da Tunísia, bem como do espanhol de Algeciras, mostraram os seus números e viram a realidade - e o potencial - do porto de Leixões, na visita ocorrida ao fim da manhã do primeiro dia dos trabalhos, depois do primeiro painel moderado pela vogal do conselho de administração da APDL, Gabriela Chouzal.
Também as inovadoras Janela Única, Balcão Único e Portaria Única Portuárias de Leixões foram mostradas aos participantes, alguns oriundos dos países magrebinos, numa apresentação técnica do director-adjunto da APDL, Rui Cunha, depois do almoço. Neste painel dedicado à importância das tecnologias de informação e comunicação, as empresas Fordesi e Indra mostraram os programas que suportam o porto de Leixões, assim como outros que aplicam soluções idênticas.
O segundo dia dos trabalhos mostrou que a manhã era curta para o tema, com as apresentações dos portos de Casablanca (Marrocos) e da Tunísia, esta bem pormenorizada. Também o porto espanhol de Algeciras, fundamental na passagem junto ao estreito de Gibraltar, foi apresentado. Além do já existente, nomeadamente da própria Maersk que ai construiu um terminal de contentores, são grandes e enormes os projectos para o local.
Embora menos ambiciosos, os projectos no porto de Leixões existem, esperando-se agora a concretização da zona de actividades logísticas, explicou o director da APDL João Pedro Braga da Cruz. Com os seus dois pólos, (em Gonçalves e em Gatões/Guifões), os investimentos a partilhar pela APDL e pelo futuro concessionário darão “uma oferta portuária mais completa a Leixões”. As propostas serão analisadas, tendo o director da APDL revelado que se prevê investimentos por parte do concessionário de 95 milhões de Euros em Gonçalves, e de 50 milhões no pólo 2. Este terá ainda a ligação ferroviária, assegurada pela Refer. Quando estiver em funcionamento, a ZAL de Leixões corresponderá às nove razões para existirem num porto, como apresentou o consultor espanhol José Luís Estrada.
O congresso terminou no auditório Infante D. Henrique do porto de Leixões sem a anunciada presença do presidente da comunidade portuária de Leixões, Rui Moreira, mas com a satisfação do anfitrião Matos Fernandes por mais esta aposta na internacionalização do porto de Leixões. Depois de, há pouco tempo, terem participado numa feira internacional em São Paulo, no Brasil - a que se seguirão outras -, este evento foi o primeiro de quatro, direccionados para os mercados em que aposta com uma só solução logística. Seguem-se os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), o Báltico e, por fim, o Brasil.
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al-mâṣdar : http://static.publico.clix.pt/carga_transportes/noticias.asp?id=1425984 (consultāḋo em 09/03/2010)
sábado, 6 de março de 2010
59.ª «UE/MARROCOS: "LEVA TEMPO ENCONTRAR O PARCEIRO CERTO" - EMPRESÁRIO PORTUGUÊS», IN EXPRESSO, 06.03.2010/1431
Porto, 06 mar (Lusa) - O diretor geral da Amitrónica, um dos empresários portugueses que hoje participa na reunião empresarial Europeia-Marrocos, que vende parabólicas ao país africano há 17 anos, diz que "o sucesso passa por encontrar o parceiro certo".
"Para entrar em Marrocos é preciso encontrar o parceiro certo, o que não é fácil, leva tempo", disse à Lusa Adriano Manata, contrapondo que os empresários portugueses beneficiam do facto de "os marroquinos gostarem do povo português".
Em declarações à Lusa, o empresário realça ainda, nas relações comerciais de 17 anos com Marrocos, a capacidade de negociação dos locais: "São extremamente comerciantes e sabem negociar muito bem".
quinta-feira, 4 de março de 2010
57.ª «LEIXÕES APOSTA NO MAGREBE», IN PÚBLICO, 01/03/2010
No auditório Infante D. Henrique do porto de Leixões, quinta-feira, dia 4, a sessão de abertura é presidida pelo secretário de Estado dos transportes, Carlos Correia da Fonseca. O primeiro painel da iniciativa promovida pela Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) intitula-se “O comércio Portugal/Magrebe – evolução e perspectivas”, com intervenções do administrador do AICEP-Global Parques, Eurico Brilhante Dias, e de um representante da Maersk Portugal, João Silva. Os participantes terminarão a manhã a visitar o porto de Leixões, almoçando no fim na (antiga) estação de passageiros. À tarde, “os portos e a importância das tecnologias de informação e comunicação” é o tema que será analisado pelo director-adjunto de operações da APDL, Rui Cunha, que apresentará a ‘Janela Única Portuária’, pelo presidente da Fordesi, Luís Tadeu (com a colaboração de Nuno Bento) e pelo director transportes da Indra, Hélder Alves. O dia termina com uma visita à área de exposição na APDL, presidida por Matos Fernandes, e com um jantar na pousada do Palácio do Freixo.
Na sexta-feira, o primeiro painel subordina-se ao tema “A fluidez dos portos como contributo para o sucesso da cadeia logística”. As intervenções serão do director do Terminal de Contentores de Leixões, Vieira dos Santos e os representantes dos portos de Casablanca, Sghir El Filali, e de Algeciras, Nicolás Andión mostrarão a resposta que está a ser dada ao novo cenário do Estreito de Gibraltar.. Ainda de manhã, o último painel analisa “As plataformas logísticas e o desenvolvimento do sector portuário, com intervenções de um responsável dos portos da Tunísia, Moahemed Daoud, da APDL, João Pedro Braga da Cruz e do administrador da Estrada Port Consulting, José Luís Estrada.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
43.ª «África vai ter moeda comum a partir de 2018», in D.N., 02/02/2010
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O continente africano vai ter uma moeda comum a circular a partir de 2018, decidiu hoje em Adis Abeba a União Africana, no âmbito da sua 14ª assembleia-geral ordinária.
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Durante os trabalhos, que se iniciaram domingo, foram adoptadas decisões de curto e longo alcance relacionadas com a estabilidade política, a segurança alimentar e o desenvolvimento financeiro e de infraestruturas do continente.
Os chefes de Estado e de Governo decidiram, designadamente, introduzir em 2018 uma moeda comum, combater de forma enérgica as mudanças inconstitucionais de regimes e unir todo o continente por via de uma série de vias rodoviárias, tendo sido aprovado um orçamento de 250 milhões de dólares (179 milhões de euros) para este ano.
Daquela verba, cerca de 111 milhões de dólares provirão dos países membros da organização e o restante de fontes externas do continente.
"Os nossos esforços para a execução de programas são sistematicamente prejudicados pela falta de recursos", disse o chefe de Estado do Malawi e novo presidente em exercício da UA, Bingu wa Mutharika, que justificou assim o aumento do orçamento anual, que no exercício anterior foi de 160 milhões de dólares.
No domínio da paz e segurança, Mutharika expressou a sua satisfação com os "avanços políticos" registados na Guiné-Bissau, Mauritânia e República da Guiné, "onde foram dados passos concretos para restaurar a democracia e as esperanças dos cidadãos".
A segurança alimentar e a criação de uma rede continental de vias de comunicação serão os "assuntos prioritários da UA durante os próximos cinco anos", frisou.
Na resolução final saída da assembleia-geral, os líderes africanos aprovaram a criação do Banco Central de África, em 2018, a que se seguirá a introdução de uma divisa única para todo o continente.
O comissário da UA para os Assuntos Económicos, Maxwell Mkwezalamba, disse a este propósito que depois da criação do Banco Central de África, os Estados membros dissolverão os seus próprios bancos centrais e deixarão de usar as suas divisas individuais.
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Fotografia © Irada Humbatova - Reuters
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al-mâṣdar : http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1485031 (consultāḋo em 02/02/2010)

